sábado, 21 de setembro de 2013

Isto há coisas do caraças

Qual é a probabilidade de sonhar com o falecido, e depois de manhã, ao acordar ver que tenho uma mensagem dele no facebook? Tudo bem que era só um smile - coitado, aquele cérebro já não dá para mais - mas estas coincidências deixam-me um bocado a pensar.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Coisas que não percebo


Vi este segredo no shiuuuu e lembrei-me de um assunto que muitas vezes falei (?) com senhor-dom-ex-namorado. 
Há uma gaja-mulher-cachopa, sei lá, que não tem - ou pelo menos na altura não tinha - trabalho e tem uma filha para criar. Por motivos que não vem ao caso, eu não posso com a criatura. Além de ter uma cara de enjoada, gosta muito de se meter com aquilo que não é dela. Mas pois que senhor-dom-falecido gostava muito da menina e falava muito com ela. Sempre que falavamos dela, ele dizia sempre: "Ah, tu falas assim porque não a conheces. Ela nem é má pessoa e coitada, não tem trabalho e tem a filha ao encargo dela"  e juro-vos, quando ele começava com estas coisas só me apetecia dar-lhe um murro naquela boca para ver se aprendia a pensar antes de falar. Então vejamos:
Durante meses a fio, eu ia aos karaokes - feitos pelo primo dessa tal - à quarta, à sexta e ao sábado. Em periodos de festas era quase todos os dias, e todos os dias lá estava ela. Ia no carro dela, logo gastava dinheiro em combustível. Consumia durante a noite, gastava mais dinheiro. Se organizassemos jantares, ela também ia. A filha? Pois, não sei onde é que ela ficava. E vou ter eu pena dela por não ter trabalho?
Eu sempre que precisei ou quis trabalhar, arranjei emprego. Por isso custa-me a acreditar em quem diz que "ah, não consigo encontrar nada". Porque pode demorar, que também é uma questão de sorte e isto está mau, mas quem precisa mesmo não desiste e mais tarde ou mais cedo acaba por encontrar alguma coisa.
O caso do segredo é um bocadinho diferente, mas vai dar ao mesmo. Em primeiro lugar, ter um curso não é um bem de primeira necessidade, para se chegar a este extremo. E depois, há sempre outra solução. Pode não ser tão rápida, mas há sempre outra solução. 
Não digo que seja fácil vender o corpo, mas creio que depois de começar, ao ver que se consegue um bom dinheiro a fazer-se isso, seja tudo uma questão de dinheiro fácil. Mas isto sou eu a falar, que se calhar ainda não sei bem o que é a vida, nem o que é passar dificuldades.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Que vergonha

Hoje de manhã passei uma vergonha que nem imaginam. 
Ontem à noite houve convivio na escola e saí de lá já eram 6 da matina. Fui apanhar o autocarro e tal, mas já descalça (acho que foi a primeira vez na minha vida em que me não aguentei os sapatos a noite toda). O autocarro chega e eu entro. Foi só dentro do autocarro que vi bem o meu estado. A blusa estava toda suja de cerveja, a saia que era comprida estava completamente nojenta na baínha. E o cabelo, pronto o cabelo estava tudo menos penteada. Então imaginem os olhares de desaprovação que eu tive de enfrentar ao entrar no autocarro. Para aí umas 20 pessoas que lá vinham dentro, - e que tinahm cara de quem se tinha acabado de levantar para ir trabalhar - todas me olharam de cima a baixo com aquele olhar de quem está a pensar "Esta juventude está perdida".
Acho que foi a viagem de autocarro mais longa da minha vida.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Adeus Verão

Já se nota que o Verão está a chegar ao fim. Apesar de durante o dia ainda fazer um calor abrasador - pelo menos aqui - as manhãs já são frescas, assim com as noites.
E eu ando cheia de vontade de vestir casacos e calças botas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Maratonas de leitura


Ontem à tarde, quando fui passear, sentei-me numa esplanada a ler o meu livro. Mas entretanto cheguei àquela parte em que é impossível parar, e estive na boa 4 horas seguidas a ler. Quando olhei para o relógio, faltavam 25 minutos para entrar ao trabalho. Só deu tempo de me enfiar num autocarro, e chegar mesmo em cima da hora.
Depois cheguei a casa já era meia noite, mas mesmo assim ainda me fui agarrar ao livro. Pumbas, mais 3 horas e dei cabo dele. Agora estou a fazer o luto de um dos melhores livros que li. 
Agora, segue-se este:






domingo, 15 de setembro de 2013

"Sonhei, por muito tempo, com esse dia. O dia que acordaria cicatrizada, sem nenhuma mágoa, nenhuma dor. O dia que acordaria olhando pro nosso passado e enxergasse apenas o que valeu a pena. Não que tenha sido fácil. No início do nosso fim, era uma hemorragia. Mas parou de sangrar. Parou porque eu percebi que dependia só de mim escolher a rotina de fazer curativos pra tratar o que tava doendo. Hoje você é uma cicatriz, dessas que aprendi a conviver, e, pra falar a verdade, é até um certo charme, sabe? Só tem cicatriz quem vive de verdade. Dizem que a gente só consegue ser feliz com alguém, se, primeiramente, não precisarmos dela. Qualquer outro sentimento não é amor, é dependência, e como diz John "E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém." Chegou o dia. Hoje, você é só mais um barbudo na multidão."

Vou passear

Saí agora do trabalho e está um dia mesmo bom para ir passear. Vou até à baixa e à beira rio, matar saudades desta minha Coimbra e tirar fotos, muitas fotos.

Estraguei umas quantas à custa disso


Vale a pena ver

Empresa de telecomunicações da Tailândia decidiu criar este anúncio que acaba por ser na verdade uma história de arrepiar. A publicidade passa várias mensagens, mas a mais forte é sem dúvida que se respeitarmos tudo e todos, se estivermos disponíveis para ajudar o próximo, mais tarde ou mais somos recompensados, mesmo sem estarmos à espera.



Que dor de cabeça

Tenho acordado sempre por volta das 9 da manhã, no máximo às 9:30 já estou a tomar o pequeno almoço. Mas hoje estiquei-me um bocadinho e dormi até às 10 e pouco. Agora estou com uma dor de cabeça que não me aguento.

sábado, 14 de setembro de 2013

Play list

Tenho andado com esta música na cabeça há já uns dias. Ando de manhã à noite a cantá-la para mim mesma. Podia-me dar para pior.


Competitividade no trabalho

Pelos vistos, la na pizzaria, no final de cada turno, a chefe vai ver o que é que cada uma vendeu, para saber a taxa de suplementos que cada uma conseguiu vender, e eu não gosto disso. Porque para mim, o importante é vender, gerar receitas, não é assim tão importante saber a pessoa que o vendeu, visto que não há "trabalhador do mês" nem nada dessas coisas.
E eu até compreendia que competissemos entre nós, dentro do saudável. Agora coisas como eu vi ontem, nem pensar. Uma colaboradora a mandar vir com outra porque: "Registaste dois cafés na minha mesa, era suposto ser eu a registar", mas num tom que nem vos digo nada, e a moça ficou mesmo chateada. Por acaso não foi nada comigo, mas se um dia alguém me falar nesse tom, parece-me que a coisa não vai correr bem.
Gosto pouco de mau ambiente no trabalho por causa da competitividade.

Ainda a minha pancada por mãos

Tenho um medo gigante de magoar as mãos. Cortar, arranhar, queimar, seja o que for. Quando estou a andar de bicicleta ou de patins, tenho sempre um medo enorme de cair porque sei que vou esmurrar as mãos. Não me importo com os joelhos ou com os cotovelos, posso até torcer uma pé. Mas as mãos é que não.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Do altruismo

Tenho 3 ou 4 amizades que eu sei que pode vir o fim do mundo, que elas não morrem. Pessoas que me conhecem melhor que eu própria, e que estiveram comigo em todos os momentos da minha vida, nem que fosse através de uma chamada telefónica.
Há uns meses, uma dessas amizades, a J, teve um grave problema, mas não me contou. E não me contou, porque sabia que dentro das minhas possibilidades, iria mover este mundo e o outro para ajudar. Iria trocar horários, folgas e tudo o que pudesse trocar, para ter todo o tempo do mundo para ela. E ela não queria isso. Não queria que eu me prejudicasse para a ajudar. 
E eu só consigo pensar em como é que ela, no meio de tanta coisa que foi acontecendo, conseguiu pensar primeiro em mim e depois nela. Sempre foi assim tal miuda. Primeiro os outros e depois ela. 
Sempre achei que ela era uma das pessoas mais fortes que eu conheço, e hoje, ao saber de tudo o que se passou, tive ainda mais certezas disso. 

Vantagens de trabalhar na Pizza Hut

Poupa-se bastante dinheiro na alimentação.
Esta semana e a próxima, estou todos os dias a fazer horário de almoço e de jantar, ou seja faço as duas refeições lá. 
No inicio da semana, quando vim para Coimbra, trouxe sopa feita, mas acabei por não comer nada dela. Até disse aos meus colegas cá de casa para comerem, se quisessem, para não ter que a por toda fora. 
Tudo bem que comer todos os dias a telepizza não é a coisa mais saudável, mas como temos a oportunidade de ir trocando com o pessoal dos outros restaurantes a coisa fica mais fácil. E também não digo que algumas vezes, se estiver a entrar as 13h, não coma em casa ao meio dia ou se entrar as 20h, não jante em casa antes de ir. Mas que se poupa dinheiro, lá isso poupa.

Viver sozinha

Hoje, quando estava a preparar o pequeno almoço, um dos rapazes cá de casa estava na marquise e começámos à conversa. Ele estava a por a roupa a lavar e perguntou se eu não tinha nada para lavar que podiamos juntar. Eu disse que não, mas que quando tivesse precisava de ajuda para meter a máquina a funcionar, porque não sei como se faz. E ele perguntou-me se era a primeira vez que morava sozinha. Na altura disse que não, que sempre morei cá desde que estou a estudar, mas como ia a casa aos fins de semana, lavava a roupa lá - ou melhor, a minha mãe punha a lavar, que eu prefiro sempre a parte de estender ou passar a ferro. Mas entretanto fiquei a pensar nisso.
É que, efectivamente, acho que nunca morei realmente sozinha. Passava a semana fora, vá. Mas na realidade continuava a viver com os meus pais. Mas este ano isso mudou.
Estou a estudar e a trabalhar, e apesar de os meus pais me ajudarem com os custos da escola e da comida, tudo o resto - renda da casa, passe de autocarro, roupa e blá blá blá - sou eu que suporto. Já para não falar que as idas a casa vão ser escassas, muito escassas. Folgas ao fim de semana, vão ser muito raras. E durante a semana, mesmo que tenha folgas, tenho as aulas, por isso acabo por ter de ficar cá na mesma. O que me obriga a tratar de todas as minhas coisas sozinha.
Sendo assim, acho que sim, é mesmo a primeira vez que estou a morar sozinha.

E assim de repente

Sou a mais velha cá de casa. Medo, muito medo. 
Parece que foi ontem que vim para Coimbra e dividia casa com três amigas da minha idade, e duas colegas com 24 e 26 anos. Sempre fui das mais novinhas, e entretanto a coisa inverteu-se. 
Não tenho medo de crescer, até porque estou a crescer feliz - apesar de todas as atrocidades, não posso dizer o contrário - a minha vida está encaminhada e tudo mais. Mas assusta-me a rapidez com que tudo passa. 

Dos primeiros dias de trabalho

Até agora estou a gostar. As pessoas são simpáticas e o trabalho em si é calmo. Não tem mesmo nada a ver com a azáfama que era a loja da Figueira. Aqui só é mais movimentado ao almoço, e mesmo assim não é grande coisa. Como é uma loja de shopping, o que se vende mais são os menus com fatias e não é nessa parte que e estou.
Já reparei que há muita competitividade entre alguns colaboradores, as vezes de forma pouco clara. Mas vou tentar manter-me à parte dessas coisas. 
Para a semana já começam as aulas nas escolas aqui perto, a ver vamos como vai correr.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Chinchilas






Não hei-de morrer sem ter uma. Gosto tanto...

Eu, vaidosa me confesso

A coisa que mais me custa no trabalho, é ter de andar sempre de cabelo apanhado e não poder pintar as unhas. Andar com o cabelo sempre apanhado, faz com que nunca fique em boas condições na parte da frente, sempre que andar com ele solto. É que o meu cabelo ganah muito facilmente jeitos e depois vejo-me grega para que fique bom.
As unhas... Ai as unhas! Sempre que tenho folgas, a primeira coisa que faço, assim que saio do trabalho no dia anterio à folga é pintar as unhas. Juro que me custa mesmo não poder andar com elas pintadas. Trazê-las curtas, ainda é o menos. Mas sem verniz? Isso mata-me. É que nem endurecedor.
Mulher sofre...